DEFESA PESSOAL PARA MULHERES VÍTIMAS OU NÃO DA VIOLÊNCIA
Infelizmente vivemos em um país violento, e quase sempre a pessoa violenta é covarde.
Essa covardia os faz andar em grupos e abusando dos mais fracos.
Seus alvos preferenciais são pessoas tímidas, homosexuais, mendigos, ou qualquer um que não ofereça resistência.
Seus alvos preferenciais são pessoas tímidas, homosexuais, mendigos, ou qualquer um que não ofereça resistência.
Já a muito tempo a mulher tem se transformado em alvo de agressores, seja ele desconhecido, marido ou namorado.
A lei Maria da Penha tentou minimizar os efeitos da violência contra a mulher no Brasil, impondo ao Estado uma série de obrigações em favor da mulher vítima da violência.
Mas ainda não é o suficiente.
O que a cidade tem a oferecer para apoiar as mulheres?
Proponho a criação de cursos de Defesa Pessoal para mulheres vítimas ou não da violência.
A motivação da mulher que foi vitimada por algum tipo de violência é óbvia, e o curso irá ajudá-la a recuperar seu controle emocional, ganhar confiança novamente e voltar a seguir sua vida sem traumas.
A integração da mulher que não foi vítima serve como fator preventivo.
Diferencia a defesa pessoal da arte marcial, pois não tem caráter competitivo nem tão pouco qualquer apelo cultural ou filosófico, mas o objetivo é instruir a mulher a defender-se contra o homem agressor.
Defender-se não quer dizer obrigatoriamente entrar em combate, mas sim sair da condição de pretensa vítima, sabendo observar e prever o perigo.
A prevenção é sempre a melhor solução, e o curso engloba várias formas de prevenção, como prevenção ao furto, roubo, estupro, etc.
Ensinará qual o melhor momento para fugir ou pedir socorro, ou se necessário for atingir com um golpe os pontos sensíveis ou vitais de seu agressor.
Aprender a psicologia criminal, saber como pensa um assaltante, um estuprador ou um namorado violento, entender as distinções entre um e outro.
Saber onde se socorrer, qual é o propósito da Delegacia da Mulher, e outros órgãos de apoio.
Estudo da Lei Maria da Penha, saber seus direitos de mulher e aprender a exigi-los.
O curso contará com estrutores gabaritados em cada assunto, apostilas e exibição de filmes, além de aulas práticas.
A pessoa poderá repetir o curso quantas vezes quiser, até sentir-se segura, afinal, tanto a defesa pessoal quanto a arte marcial se aprende com a constante prática.




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